Roxear o que de roxo não se exprime no vazio
Esvaziar o branco de tudo que roxo não é
De tudo que não é cor, tornar-se-á cheio
Ao fitarmos o cromo do azul com o vermelho?
Reflete-se da cor toda negação
Da afirmação consiste sua não existência
Talvez por pura ilusão involuntária
Punhetemos nossa visão por insistência?
Dividem-se por partes, por ângulos se diferem
Pois foda-se a física que com lógica
Destrói o êxtase da magia
...que por instinto nos pertence?
Decisão dicotômica, maniqueísta-momento
Quer-se elucidações em meio ao gozo
Ou o simples gozar do livre e puro pensamento?
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Um comentário:
Que beleza é esse poema. já tinha visto antes! Onde? o blog veio mais que na hora. manterei olhos por cá. parece que só sairá daqui coisa das boas. bons escritos!
Postar um comentário